O percurso da Polónia




Os polacos demonstram que têm uma boa equipa, mas as exibições não são as mais convincentes para uma selecção que tem Robert Lewandowski como figura principal e apenas 3 golos em quatro jogos. A selecção polaca também prefere apostar numa postura mais defensiva, embora jogue sempre com dois avançados. No entanto, isso não se tem traduzido em golos. 

O jogo contra a Irlanda do Norte foi o mais difícil, mas Milik mostrou qualidade à Europa do futebol. No desafio frente à Alemanha, o empate acabou por ser o resultado mais conveniente para as ambições polacas. Nesse jogo houve poucos remates à baliza.

A qualificação só foi alcançada após a vitória sobre a Ucrânia no primeiro aparecimento de Jakub Blackzyskowski em termos de finalização. Os mínimos deixaram os polacos a um golo do primeiro lugar, o que seria complicado porque teriam de jogar na segunda metade do quadro.

Nos oitavos-de-final, o bom jogo contra a Suíça não evitou a ida às grandes penalidades. Kuba voltou a marcar o golo polaco no tempo útil de jogo, mas Xhaqiri violou pela primeira vez a baliza de Fabianski. Diga-se que a defesa polaca não é rica em nomes, embora tenha força e altura suficiente para neutralizar avançados como Seferovic, Mário Gomez e os menos conhecidos homens-golo da Irlanda do Norte e Ucrânia. 

O percurso dos polacos no campeonato tem sido tranquilo e calmo. Não há sobressaltos, com excepção dos últimos minutos do prolongamento contra a Suíça, mas também não há momentos de arte dentro do campo. 

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