O percurso da Islândia



A Islândia ocupa o lugar das selecções surpresa juntamente com o País de Gales, embora com menos qualidade de jogo. O percurso dos nórdicos tem sido impecável com duas vitórias e dois empates, mas o jogo frente á França é o mais complicado.

A estreia contra Portugal podia ser complicada, mas tudo se tornou mais fácil devido à pouca qualidade dos portugueses. A estratégia de defender a baliza teve resultados, apesar do golo de Nani, mas Bjarnason ficou para a história como o primeiro marcador da selecção em campeonatos da Europa. 

O empate contra a Hungria confirmou as qualidades defensivas do primeiro jogo. Os húngaros foram melhores, mas também não conseguiram ultrapassar a estratégia montada por Lars Lagerback. 

O surpreendente acabou por ser no terceiro jogo, onde só era preciso um empate. Contudo, mesmo sabendo que uma vitória daria o segundo lugar e a colocação no quadro mais complicado, a Islândia procurou a primeira vitória na história da competição. 

A verdadeira capacidade defensiva da equipa seria testada contra a Inglaterra, sendo que, a surpresa acabou por ser a forma como se impuseram no ataque com dois golos. 

O jogo dos quartos-de-final é o mais complicado porque a França tem mais qualidade no ataque do que a Inglaterra, além de possuir homens no meio-campo defensivo que se batem bem com os avançados islandeses. Não tendo qualidade técnica para jogar apoiado, tem que optar pelas bolas paradas e lançamentos longos, como aconteceu no último desafio. A única vantagem relativamente aos franceses é a capacidade de não permitir que os avançados do adversário penetrem na área, a partir das movimentações de Griezmann e Giroud. 

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