Raio X do País de Gales




Os galeses estão a evoluir, pelo que, não é nenhuma surpresa a presença nas meias-finais, a não ser por se tratar de uma selecção estreante. No entanto, Chris Coleman preparou muito bem a equipa na fase de grupos e nas eliminatórias.

O 3x5x2 que se transforma num 5x4x1 quando a equipa defende são dois sistemas que baralham as contas dos adversários. A Bélgica não conseguiu criar jogadas de perigo e sentiu-se desconfortável nas alturas em que era preciso defender, sobretudo na marcação e acompanhamento dos laterais galeses, em particular o direito.

Quem tem um jogador como Bale pode aspirar a tudo. Não apenas no nível técnico do jogador, mas em particular na forma como é um elemento importante no ataque e a defender. A disponibilidade e qualidade nos dois momentos do jogador merengue têm feito a diferença neste campeonato. 

As bolas paradas são a principal arma. Nos livres o perigo chama-se Gareth Bale e nas bolas paradas é Ashley Williams o centro de todas as atenções. 

A selecção galesa costuma aceitar o controlo do jogo por parte do adversário, mas quando ganha a bola através de Ledley, Joe Allen e Aaron Ramsey é o início do processo atacante. A bola normalmente chega na perfeição ao lateral direito ou aos dois homens da frente, pelo que, a ausência do craque do Arsenal deverá ser sentido no plano ofensivo porque Ledley e Allen têm menos capacidade técnica. 

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