Empate na Turquia obriga à contratação de um médio que saiba controlar a bola com qualidade

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No jogo frente ao Besiktas notou-se a ausência do número 8 benfiquista. A colocação de Pizzi significa qualidade em termos atacantes, mas no plano defensivo o Benfica fica cozo, mesmo tendo Fejsa em grande forma na destruição do jogo adversário.

Neste momento, André Horta é o único que garante controlo de bola naquela zona do terreno. Como se viu no desafio na Turquia, os encarnados precisam de alguém que saiba guardar o esférico quando se encontra em vantagem. A entrada de Samaris foi um sinal para a equipa defender o resultado. As outras alternativas são Danilo e Celis, jogadores que não estão na primeira linha para o treinador Rui Vitória. O colombiano parece ter sido uma aposta falhada e o brasileiro tarda em justificar a contratação. 

O número 8 também sabe atacar, talvez com mais qualidade do que Pizzi, como se verificou no Dragão, já que, após a entrada de André Horta o Benfica subiu de rendimento. 

As necessidades do plantel justificam a contratação de um jogador com as características referidas em Janeiro. Talvez a opção possa recair em Vukcevic do Sp.Braga. 

O técnico não pode baixar o bloco muito cedo, como aconteceu na Turquia, porque não tem ninguém com qualidade para definir em que momento a bola vai para o lado esquerdo, direito ou para a frente. Por estas razões, a opção tomada foi sempre o jogo directo a partir da baliza de Ederson.  

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