Taça de Portugal. Dragões caíram nas grandes penalidades porque não foram competentes durante 120 minutos

Quarta eliminatória

Desp.Chaves 0 FC Porto 0
3-2 nas grandes penalidades


O mau jogo só poderia acabar nas grandes penalidades. Os flavienses lutaram para chegar o mais longe possível nos vários momentos de uma partida a eliminar e conseguiram ser melhores na última etapa, graças a três grandes defesas do guardião António Filipe.

O FC Porto tem culpas na eliminação porque nunca encontrou as chaves para penetrar na defesa adversária. As melhores oportunidades pertenceram aos dragões, sobretudo na segunda parte com o remate de André André à barra. O problema é que as intenções só eram concretizadas através de remates de longe ou pela marcação de livres, mas nenhuma situação chegou para introduzir a bola na baliza. 

Os anfitriões defenderam muito bem, utilizaram a táctica de perder tempo constantemente, apesar do crédito conquistado pelas exibições no campeonato. O treinador Jorge Simão lançou as melhores unidades, mas o jogo do Chaves não causou mossa nos dragões. 

A superioridade do FC Porto nem sempre se concretizou devido à falta de inspiração de alguns jogadores, como é o caso de Depoitre que nem se viu. Os flavienses foram premiados pela forma como encararam a partida. 

Uma nota final para a falta de eficácia dos azuis e brancos nas grandes penalidades, em particular pelos avançados André Silva e Depoitre.

O técnico Nuno Espírito Santo perde o primeiro objectivo da temporada, sendo que, a final do ano passado do Jamor não se vai repetir.

Comentários