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sábado, 4 de agosto de 2018

Supertaça. FC Porto conquista o troféu pela 21ª vez

FINAL

FC Porto 3 Desp. Aves 1

Golos: Yacine Brahimi, Maxi Pereira, Jesus Corona - Falcão

O sonho do Aves repetir o feito alcançado no Jamor em Maio durou apenas dez minutos, porque aos 25, uma tabela entre Aboubakar e Brahimi foi parar ao fundo da baliza de um guarda-redes que promete encantar os palcos portugueses. 

Os dragões não começaram o desafio da melhor maneira, já que, nesta altura são mais as dúvidas do que certezas relativamente ao plantel. Por exemplo, Aboubakar foi titular, mas pode sair em breve, Marega não entrou na convocatória, Diogo Leite parece ser uma solução de recurso para o eixo central da defesa, além de Herrera e Brahimi que podem render bom dinheiro porque estão no último ano de contrato. 

Os vencedores da última Taça de Portugal apresentaram praticamente as mesmas unidades que conseguiram um feito inédito para o clube, tendo conseguido alguma intranquilidade no adversário, sobretudo pelo lado esquerdo onde Nildo foi sempre uma dor de cabeça para Maxi Pereira. O corredor direito dos dragões pode ser apetecível para os adversários ao longo da temporada. O Aves jogava aproveitava quase sempre a qualidade de Nildo para colocar a bola em Derley que só tinha de cabecear. No entanto, o primeiro tento nasce de um remate de fora da área de Falcão. 

O FC Porto reagiu imediatamente, caso contrário poderia permitir ao oponente que se organizasse defensivamente. No final da primeira parte a igualdade justificava o bom futebol das duas equipas. 

Na segunda metade notou-se a mesma vontade do Aves em pegar no jogo, embora sempre pelo mesmo método. A falta de criatividade acaba por ser um presente para médios com enorme experiência como Herrera e Sérgio Oliveira, enquanto Danilo Pereira continua ausente. Nos dragões também faltou capacidade ofensiva. No entanto, o golo surge numa altura em que Sérgio Conceição preparava-se para iniciar as substituições. As entradas de Soares e Corona para os lugares de André Pereira e Aboubakar mudaram as dinâmicas de ataque.

O triunfo natural dos dragões não esconde a necessidade de aproveitar o mês de Agosto para construir uma equipa mais forte.

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